quarta-feira, 27 de março de 2013

Oração par chamar alguém


Para chamar alguém.

Kalunga-á,Kalunga-ê
agora que eu quero ver
Kalunga-á,Kalunga-ê
agora que eu quero ver
Kalunga-á,Kalunga-ê
agora que eu quero ver
eu te chamo sete vezes
por seu nome Xorokê.
Kabala-a,kabala-ê
agora que eu quero ver
as gretas estão abertas
Kalunga-á,Kalunga-ê
agora que eu quero ver
eu te chamo sete vezes
por seu nome Xorokê.
Kabala-a,kabala-ê
agora que eu quero ver
as gretas estão abertas
Kalunga-á,Kalunga-ê
agora que eu quero ver
eu te chamo sete vezes
por seu nome Xorokê.
Kabala-a,kabala-ê
agora que eu quero ver
as gretas estão abertas
Kalunga-á,Kalunga-ê
agora que eu quero ver
eu te chamo sete vezes
por seu nome Xorokê.
Kabala-a,kabala-ê
agora que eu quero ver
as gretas estão abertas
Esperando por você
a luz vermelha está acesa
eu firmo em você
nas gretas do .....
eu chamo xorokê.
a luz vermelha está acesa
eu firmo em você
nas gretas do .....
eu chamo xorokê.
a luz vermelha está acesa
eu firmo em você
nas gretas do .....
eu chamo xorokê.
Aluê,aluê
aquilo que eu quero
quem me dá é Xorokê
entreguei seu nome no otá
agora eu quero ver....
se você sair correndo
quem te pega e te tras
para junto de mim é Xorokê

TRAZER PESSOA DE VOLTA RÁPIDO 
Dentro de uma panela q vc não use mais, coloque o nome do seu amor 7 vezes,por cima do papel jogue dendê, pó: de desespero,venha aos meus pés ,chore aos meus pés,amor,atração,gamação e amarração.E todos os dias ponha essa panela no fogo para ferver um pouco enquanto o dendê ferve vá chamando pelo nome do seu homem e vá fazendo os pedidos assim: Maria Padilha pelo dia q é hoje pela hora q é agora,q fulano não tenha paz e nem sossego enquanto ele não voltar para mim ,q ele não consiga comer,nem beber,nem falar,nem andar, nem dormir,nem de dia e nem de noite enquanto ele não vir falar comigo. Fulano de tal virá doce,calmo,sereno, manso como um cordeiro,humilde como um mendigo,contando me tudo q souberes dando me tudo q tiveres amando me mais q todas as mulheres e homens do mundo ficando de baixo do meu pé esquerdo submisso e sob pena de obdiência.